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A diversidade cultural são as diferenças culturais que existem entre pessoas, como a linguagem as roupas, as tradições, a religião, bem como a maneira como as sociedades se organizam.

O problema é que a diversidade cultural pode tanto ser uma ameaça como uma oportunidade que cria novos horizontes sobre a dimensão humana e sobre a sua capacidade criadora. Basicamente, pode ser vista como algo perturbador ou como um fator de enriquecimento, como um foco de tensões e conflitos ou como uma fonte de descobertas. As diferenças entre as pessoas de várias culturas diferentes, pode levar a guerras e a intolerâncias, que superiorizam um certo grupo de indivíduos face aos outros, sendo que somos todos iguais e temos todos o direito ao respeito.

Existem três conceções políticas sobre a diversidade cultural. O assimilacionismo implica o confronto de grupos minoritários com a cultura dominante, quando não existe aceitação das minorias pela maioria. A tolerância para com as culturas minoritárias existe até ao ponto em que estas não questionem as ideologias das culturas dominantes. Uma das críticas ao assimilacionismo é o etnocentrismo (estigmatiza grupos culturais minoritários).

O multiculturalismo descreve a maneira pela qual uma determinada sociedade lida com a diversidade cultural. O multiculturalismo defende a ideia de que a sociedade é enriquecida por preservar, respeitar e até mesmo incentivar a diversidade cultural. Na área de filosofia política, o multiculturalismo refere-se às formas pelas quais as sociedades escolhem para implementar políticas oficiais que lidam com o tratamento equitativo de diferentes culturas.

O interculturalismo implica a integração de indivíduos e grupos étnicos minoritários numa sociedade com uma cultura diferente. Defende também a ausência de desvantagens sociais e económicas ligadas a aspetos étnicos.

Na nossa opinião, o multiculturalismo é o mais justo, visto que toda a gente deve ser respeitada independente das suas escolhas, da sua raça, da sua religião, orientação sexual, etc…

Porém, existem culturas que não achamos corretas. Culturas que têm tradições que mexem com os direitos humanos e que abusam da humanidade de algumas pessoas, por vezes podem até levar à morte. Por exemplo, a Yakuza (uma máfia japonesa), é conhecida pelas suas atividades ilegais no mercado negro. Uma das práticas criminosas da Yakuza é o tráfico internacional de mulheres. Basicamente, os mafiosos iludem jovens, especialmente latino-americanas, com promessas de carreira bem-sucedidas e levam-nas para o Japão. Em território nipónico, as vítimas são forçadas a serem escravas sexuais, de membros do gangue ou dos seus clientes. Na Yakuza, qualquer insubordinação ou falha em tarefas designadas pelos chefes, são punidas com a amputação de parte dos dedos das mãos, principalmente dos mindinhos. Este tipo de tradições, não são de todo, aceitáveis. E esse é o único problema do multiculturalismo. Devemos mesmo confiar no multiculturalismo? Devem mesmo todas as tradições serem toleradas e aceites?

Beatriz, Filipa, Marisa e Francisco - 11º Ano

Revisão: Prof. Miguel Portugal

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