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A todos dirijo cordiais e amistosas saudações natalícias.

Cabe-me, enquanto subdiretor e na ausência da Sr.ª Diretora (que já agora e para desfazer dúvidas que por aí têm circulado, não está nem nunca esteve infetada, felizmente), endereçar a toda a comunidade educativa algumas palavras a propósito da época que agora decorre, em nome da Direção do Agrupamento.

Vivemos como é sabido, tempos ditos atípicos. Eu diria que,  e no que concerne ao sistema educativo, são tempos únicos. E são tempos únicos, porque em nenhum dos momentos em que a Humanidade se confrontou no passado com flagelos desta dimensão, existiam estruturas organizativas dos sistemas educativos ao nível a que hoje as temos, o ensino não estava ainda massificado concentrando em si a quase totalidade dos indivíduos em idade escolar, e a escolaridade nunca se alongou tanto como hoje na vida de cada um.

Do exposto resulta uma enorme concentração de indivíduos na escola o que exponencia a dificuldade de lidar com esta pandemia em meio escolar. Mas é nas dificuldades, na adversidade e nos tempos difíceis que os caracteres se revelam; aí se faz a triagem entre heróis e vilãos, entre valentes e fracos, entre cumpridores e outros. 

Do primeiro lote, fazem parte todos os alunos cumpridores, os professores, todos os colaboradores de todos os tipos, o município por garantir um teste à Covid-19  para o início do próximo período letivo, enfim , toda a gente que dentro das suas possibilidades e às vezes acima delas, tem dado o seu melhor nesta luta, apesar de todos os constrangimentos, apesar do incómodo das máscaras, apesar de todas as limitações impostas. Estes, e outros a quem me desculpo por não recordar agora, são os heróis.

Depois há os outros. Os, que em forma de fanfarronice dizem não cumprir por não ter medo, mas que se infetados vão rapidamente reclamar o seu direito à saúde. Os que se tornam invisíveis abrigados em tocas ministeriais, que de vez em quando lançam cá para fora alguma notícia que possa parecer positiva, e até deturpada para melhor parecer. E há também aqueles que, sendo-lhe proporcionado gratuitamente um teste que permitirá um regresso mais tranquilo e seguro para todos às atividades letivas, recusam fazê-lo pelo ligeiro incómodo que tal possa implicar, desprezando o risco de posteriormente poderem ser veio de infeção de quem se submeteu a esse incómodo por segurança, solidariedade e dever cívico.

Felicito e agradeço aos primeiros e lamento pelos segundos.

Faço votos de que esta interrupção letiva permita a todos um enorme restauro de forças, de forma a que, revigorados possamos iniciar com otimismo a etapa que se segue.

Peço encarecidamente que de forma cívica e consciente, em família, em sociedade, em convívio com colegas e amigos não descurem as normas de segurança que todos conhecemos; que como forma de auto proteção, de civismo e de solidariedade natalícia adiram à realização do teste à Covid-19 que nos será disponibilizado. Sejamos otimistas. Se todos cumprirmos e formos conscientes, “tudo ficará bem”.

Em nome da Direção do Agrupamento, desejo a toda a Comunidade Educativa, Boas Festas, Bom Natal, Feliz 2021 e Muita Felicidade. 

António Quintino, Subdiretor do Agrupamento de Escolas de Valpaços

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